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Sumário:
1. Origem da Paella
2. A clássica paella . Silvio Lancellotti
3. Paella valenciana. Chef Francisco Frasson
4. Receita de Paella
5. PRAZER: Comidas afrodisíacas precisam de um elemento essencial, o desejo.
Andreia Passos
6. Receitas afrodisíacas
7. Conheça o ABC das comidas afrodisíacas. Fernanda Parpinelli
Origem da Paella
A Terra Natal deste prato é a região de Valência, na costa leste da Espanha. Ele surgiu como alimento dos camponeses, nos séculos XV e XVI, quando saíam para o trabalho rural, levando arroz, óleo de oliva e sal, além do recipiente para cozinhar: uma panela redonda com alças, ampla e rasa chamada de "Paella". Esse formato facilitava o mexido do arroz e seus componentes durante o preparo, proporcionando um cozimento por igual.
Como a origem desta verdadeira delícia está fortemente relacionada ao campo, incorporavam à receita do prato os ingredientes que encontravam, tais como, carne de caça, sobretudo de lebre e de pato, legumes da estação e açafrão (nobre especiaria) retirada das flores, dando o colorido amarelado ao arroz.
Passado algum tempo, a Paella difundiu-se e alcançou o litoral. Aí acrescentou-se os frutos do mar: camarões, lulas, vôngoles, mexilhões, lagostins e polvo, tornando-o um prato mixto (terra e mar).
A origem da Paella vem do latim "Patella", bandeja usada na antiga Roma destinada às oferendas aos Deuses, nos rituais de fecundação da terra.
Dizem também os historiadores que a palavra "Paella" surgiu quando os trabalhadores rurais voltavam para seus lares nos finais de semana e em homenagem às suas esposas preparavam essa deliciosa iguaria "Para Ellas" dando origem ao nome.
A Paella é um prato festivo que os Espanhóis saboreiam em datas marcantes como: casamentos, aniversários, batizados, feriados religiosos e finais de semana.
FONTES:
www.santoamaroonline.com.br
http://socuriosidades.blogspot.com/2008/01/origem-da-paella.html
A clássica paella
Silvio Lancellotti
silvio.lancellotti@vivasaopaulo.com.br
Data do Século XVI, na região de Valência, leste da Espanha, junto ao Mar Mediterrâneo, a origem da ‘‘paella’’. Então, quando saíam de suas casas, de madrugada, no rumo do trabalho, os camponeses locais carregavam consigo o azeite, o arroz, o sal, e uma panela arredondada, com duas alças, a qual chamavam de ‘‘paella’. No seu trajeto, colhiam legumes frescos, caçavam um coelho ou uma ave selvagem, capturavam caracóis e cozinhavam tudo em água fervente, enriquecida pelo dourado do açafrão. Claro, com o correr do tempo a formulação se enriqueceu, e se tornou variada. Entraram em cena, também, os mexilhões em geral, os camarões, eventualmente a lagosta.
Existem, hoje, infinitas maneiras de se fazer uma paella. Nem sempre, infelizmente, de fácil realização em casa, até por falta da panela fundamental. De todo modo, eis uma receita simplificada e, ainda assim, excelente.
Ingredientes, para 10 pessoas
• 4 xícaras, de chá, de azeite de oliva
• 1/2 kg de lombo de porco, em cubinhos
• 2 peitos de frango, em cubinhos
• 1/2 kg de lulas, em rodelinhas
• 20 camarões, dos graúdos, com as cascas, mas limpos
• 1 cebola, bem grande, picadinha
• 2 pimentões vermelhos, sem as sementes, em tiras
• 5 tomates, sem as peles e sem as sementes, picados
• 4 xícaras, de chá, de arroz bem lavado
• 1 litro de água fervente, previamente salgada, a gosto
• 1 colher, de sopa, rasa, de páprica suave
• 1 colher, de sobremesa, rasa, de açafrão
• 1/2 kg de mexilhões, com as cascas, bem limpos, pré-cozidos
• 250 g de grãos de ervilha, preferivelmente os frescos
• 1/2 xícara, de chá, de salsinha verde, bem batidinha.
Modo de Fazer:
Na ‘‘paella’’ (ou, na sua ausência, numa frigideira bem grande), aquecer o azeite. Dourar o porco; reservar. Dourar o frango; reservar. Refogar as lulas; reservar. Dourar os camarões; reservar.
No mesmo fundo, refogar a cebola, os pimentões e os tomates. Colocar o arroz. Com uma colher de madeira, mexer e remexer por um minuto. Dissolver a páprica e o açafrão na água fervente. Cobrir o arroz.
Cozinhar o arroz até que chegue quase ao ponto ‘‘al dente’’. Agregar o porco, o frango, as lulas e os camarões. Mexer e remexer. Acrescentar os mexilhões, os grãos de ervilha e a salsinha. Misturar.
Quando o arroz começar a secar, enfeitar o topo da paella com os camarões, os mexilhões e as tiras de pimentão. Retirar a panela do calor. Embrulhar muito bem com um pano, ou com papel de alumínio.
Esperar que descanse, ao menos uns quinze minutos. Levar à mesa no próprio recipiente da preparação.
FONTE: http://vivasaopaulo.as1.com.br/mostra_noticia.php?id=1363
Paella valenciana
Chef Francisco Frasson
Restaurante Goya
Categoria: Prato Principal
Tipo de Cozinha: Espanhola
Rendimento: 10 pessoas
Tempo de Preparo: 120 minutos
Grau de Dificuldade: Médio
Ingredientes
10 unidades de camarão fresco grande com casca
20 unidades de lagostins com casca
800g de camarão pequeno fresco sem casca
500g de lula em anéis
300g de vieiras
300g de marisco com casca
400g de filet de pescado cortados em cubos médios
500g de frango a passarinho semi frito
250g de lingüiça calabresa cortados em rodelas
800g de arroz parboilizado
30g de alho picado
200g de molho de tomate
30g de páprica
100ml de azeite de oliva
200g de vagem fresca
200g de ervilha fresca
2lt de caldo de peixe
2g de açafrão diluído em água quente
Sal a gosto
Modo de Fazer
Aqueça bem a paelleira;
Coloque o azeite e quando estiver bem quente acrescentar o alho;
Quando o alho estiver bem dourado, acrescente o frango semi-frito;
Em seguida, acrescente o camarão pequeno, os anéis de lula, a lingüiça e as vieiras. Deixe dourar;
Acrescente o molho de tomate, o açafrão, a páprica e o arroz, misture tudo e coloque o caldo de peixe e sal;
Para finalizar coloque o camarão grande, os lagostins e os mariscos com casca e o pescado em cubos, as ervilhas frescas e a vagem, acrescente um pouco mais de sal e cubra com papel alumínio;
Deixe cozinhar em fogo médio entre 18 a 20 minutos e sirva quando o arroz estiver cozido;
Obs.: Caso o arroz ainda esteja duro, acrescentar um pouco mais de caldo de peixe.
FONTE: http://correiogourmand.com.br/receitas_sal_48.htm
Receita de Paella
Ingredientes
Caldo de peixe para cozinhar o arroz:
1 ½ litro de água
1 colher (chá) de açafrão
4 camarões grandes inteiros
04 lagostins
2 cabeças de pescada com a carcaça (casca ou cabeça de camarão)
Para a paella:300 g de pernil de porco (cortado em cubos) refogada com 1 colher (chá) de páprica doce
300 g de carne de frango (cortada em cubos) refogada com 1 colher (chá) de curry
½ xícara (chá) de azeite
1 xícara (chá) de lingüiça defumada (cortada em rodelas)
1 cebola picada
3 dentes de alho picados
½ talo de alho poró cortado em rodelas não muito finas
1 pimentão verde médio em tiras finas
1 xícara (chá) de vagem picada
1 xícara (chá) de ervilha fresca½ pimenta dedodemoça picada
2 tomates picados sem pele e sem sementes
Sal a gosto
1 xícara (chá) de peixe cortado em cubos (badejo, pescada, robalo, peixes de carne mais firme)
2 xícaras (chá) de arroz
Caldo de peixe (1 litro mais ou menos)
1 xícara (chá) de lula cortada em rodelas (150 g)
1 xícara (chá) de camarão médio sem casca (150 g)
1 xícara (chá) de vieiras (150 g)
1 xícara (chá) de mariscos (150 g)
2 colheres (sobremesa) de açafrão dissolvido no caldo de peixe
1 colher (chá) de páprica doce dissolvida no caldo de peixe
Para a montagem:
tiras de pimentão vermelho (de mais ou menos 3 cm) refogado no azeite e alho amassado
4 unidades de mariscos na concha
4 camarões cozidos 4 lagostins
Salsinha picada a gosto
Ervilhas frescas para decorar
Modo de preparo:
Caldo de peixe para cozinhar o arroz:
Num caldeirão com a água e o açafrão, coloque os camarões, os lagostins, a cabeça e a carcaça do peixe.
Após 5 min de fervura, retire os camarões e os lagostins. Deixe o caldo peixe em fogo baixo.
Para a paella:
Refogue o pernil de porco com a páprica por 10 min. Reserve.
Em seguida, refogue o frango com o curry por uns 10 min. Reserve.
Coloque os ingredientes, um a um, começando pela parte central da paellera, ou seja, a parte mais quente da panela e distribuindo pelas laterais.
Coloque o azeite e, em seguida, os ingredientes: refogue a lingüiça, junte o frango, o lombo, a cebola, o alho, o alho poró, o pimentão verde, a vagem, a ervilha, os tomates, o peixe, o arroz e o caldo. Deixe por cerca de 5 min. Adicione a lula, o camarão, as vieiras e o marisco.
Despeje o açafrão e a páprica doce dissolvidos.
Com o arroz quase cozido, pare de mexer e decore com os camarões, os lagostins, o pimentão vermelho refogado, os mariscos, a salsinha e as ervilhas.
Abafe (com tapa ou papel alumínio) e espere terminar o cozimento do arroz.
Obs.: O arroz deve estar al dente.
Rendimento: 6 pessoas
FONTE: www.portaldasreceitas.info/?m=r&k=rcp&pw_cd=1877&d=receitas%20de%20%20-%20Paella
PRAZER
Comidas afrodisíacas precisam de um elemento essencial, o desejo Andreia Passos
Agência Folha
Gengibre, guaraná, chocolate, amendoim, uva, catuaba ou ostras podem ser os ingredientes ideais para apimentar aquele relacionamento que anda meio morno. Estes alimentos são considerados afrodisíacos, ou seja, tem a capacidade de aumentar o desejo sexual. Para a chef Rita Lobo, do Oriental, eles tem em comum o alto valor nutritivo, que proporciona o aumento de energia. Ela afirma que o essencial nestes pratos é a mistura de ingredientes. “A variação de sabores desperta os sentidos”, diz Rita.
O chef Eric Thomas, do restaurante Tantra, divide as comidas afrodisíacas em três categorias. A primeira é relativa à lenda em torno de determinado alimento. “Todo mundo fala do amendoim, mas não existem provas. A lenda passar de pai para filho é o mais legal”, afirma.
Outra categoria é a científica, que explica os motivos porque determinado alimento é afrodisíaco. O chocolate, por exemplo, estimula a produção de endorfina no cérebro, substância responsável pela sensação de bem-estar. A última são alimentos que têm conotação sexual devido à forma, como cenoura, pepino ou banana.
Mas a comida não é tudo. “Não basta comer e querer fazer sexo na hora. Teria que se comer uma quantidade absurda de gengibre. O ambiente, a luz, a música e a companhia são fundamentais”, explica Eric.
Janete Yeh, chefe de cozinha do restaurante Kundun tem a mesma opinião: “Champanhe com morango criam um clima, mas a reação depende do organismo de cada um.” Para não ficar na dúvida sobre o que cozinhar para arrasar corações, Rita dá a dica: “O ritual de preparar pensando em alguém já é afrodisíaco.”
Para aumentar o apetite sexual compota de frutas ao vinho do porto com curry:
Ingredientes
1/2 manga, em cubinhos
1/2 xícara (chá) de damasco, em tiras
1/2 xícara (chá) de melão, em cubinhos
1/3 de xícara (chá) de uva-passa sem caroço
1 colher (sopa) de curry em pó
1 xícara (chá) de vinho do porto
1 colher (sopa) de açúcar mascavo
Água
Modo de preparo
Dissolva o curry no vinho do porto em uma panelinha. Junte todos os outros ingredientes e leve ao fogo baixo. Assim que ferver tampe a panela e cozinhe por 3 minutos. Se for preciso, acrescente um pouco de água. Sirva quente com sorvete de creme.
Mas lembre-se, o ritual de preparação do alimento é tão importante quanto a comida. O desejo é o elemento principal do alimento afrodisíaco
FONTE: www2.uol.com.br/JC/_2000/0110/br0110a.htm
Receitas afrodisíacas
Você acredita que certos alimentos possam ter "poderes" sobre o desejo sexual? A fama das comidas afrodisíacas (de Afrodite, deusa do amor na mitologia grega) não vem só de mitos e costumes de séculos passados. A ciência já comprovou quimicamente a influência de alguns componentes dos alimentos na libido. Então, que tal programar um jantarzinho a dois e pensar no cardápio com segundas intenções?
Diz a lenda que a amêndoa tem propriedades afrodisíacas teria surgido no ventre de uma deusa e por isso o licor amaretto seria ideal para uma noite de amor. A quase todas as ervas e especiarias, como gengibre, canela, coentro, baunilha, açafrão e pimenta, são atribuídos poderes eróticos. Também é bastante popular a história de que os alimentos com formato dos órgãos sexuais, como aspargos, banana, pepino (masculinos), morango e figo (semelhantes à vulva) despertariam o desejo sexual.
Agora, é fato que a química de alguns alimentos pode ajudar entre quatro paredes. A ostra, muito consumida desde os tempos do Império Romano com fins libidinosos, é rica em zinco. Esse metal estimula a produção de testosterona e aumenta o desejo masculino. A vitamina B3, presente nos aspargos, amendoim e peixes dilatam os vasos sangüíneos, dando uma força aos órgãos genitais. O mel, conhecido "manjar dos deuses", estimula a produção de hormônios sexuais devido às vitaminas B, C e aos minerais do pólen das flores. As bebidas alcóolicas também são poderosas: desinibem,
relaxam e alegram qualquer pessoa, tornando o ambiente mais propício.
No entanto, muito cuidado, pois exagerar na dose pode surtir efeito contrário, dar aquele sono e ainda baixar a bola do seu amado.
Salada de morangos e amêndoas com molho de mel
Ingredientes:
300g de morangos
1 pé de alface americana
1 xícara de chá de cogumelo shiitake fresco fatiados
3 colheres de sopa de cebolinha verde picada
4 colheres de sopa de amêndoa torrada em lascas
Molho
1 colher de chá de mel
1 colher de chá de Fondor
1 colher de sopa de azeite
1 colher de chá de semente de papoula
Modo de Preparo:
Limpe os morangos e corte-os em quatro. Reserve meia xícara de chá para o preparo do molho. Lave a alface, deixe secar um pouco e corte-a em tiras finas. Afervente rapidamente os cogumelos, escorra e reserve. Em uma saladeira, disponha a alface, os morangos, os cogumelos, a cebolinha e as amêndoas. À parte, amasse com um garfo o morango reservado e acrescente os ingredientes do molho. Regue a salada com o molho e sirva.
FONTE: www.guiaurbano.com/destaque.php?index=16
Conheça o ABC das comidas afrodisíacas
Fernanda Parpinelli
A comida está bastante associada ao prazer, salve todas as lendas apresentadas, como por exemplo, a maçã proibida que expulsou Adão e Eva do paraíso, ou mesmo, o irresistível fruto – novamente a maçã -, que fez com que a Branca de Neve adormecesse. Não importa se está inserida em filmes ou livros, o fato é que os alimentos podem causar ótimas sensações.
Mas por trás de toda essa sensualidade, fenômenos científicos comprovam essa tese: “Há toda uma contribuição química que colabora com o processo sexual”, conta Elis Cavalcante, consultora de alimentos e bebidas da empresa Idéias & Tendências. A especialista é responsável pelo curso “Sensual Food”, que acontece no Orbacco Espaço Gastronômico, localizado no Sumarezinho, zona oeste de São Paulo.
E tanto os componentes nutritivos – zinco, sais minerais, vitamina, etc – quanto o formato e aroma dos alimentos estão relacionados ao desejo. No caso do zinco, por exemplo, é responsável pelo fluxo sanguíneo, portanto, contribui com a ereção, explica Elis. Já os cheiros estão bastante ligados ao inconsciente coletivo e lembram os hormônios.
Outra dica é abusar das cores, que devem ser envolventes, como vermelho e laranja. Caso o objetivo for estimular o parceiro, risque os alimentos gordurosos, pois são alimentos pesados e causam sensação de fadiga. Mas vale a ressalva de que um relacionamento saudável está mais ligado à mente.
Veja a lista de alguns alimentos afrodisíacos:
Pimenta
Especiaria da paixão, potencializa a circulação sanguínea e eleva a temperatura do corpo.
Sálvia
Seu nome vem do latim salvare (salvar/curar). As mulheres na Grécia antiga recebiam seus homens com uma xícara de chá dessas folhinhas a fim de estimular a fertilidade.
Curry
Na realidade o curry não é uma especiaria e sim uma mistura de várias delas: coentro, cominho, pimenta caiena, pimenta do reino, cúrcuma, gengibre, cravo, cardamomo, noz moscada, canela são as mais comuns. E se uma especiaria já dá efeito, imagine várias juntas.
Anis Estrelado
Muito utilizado para aromatizar os pratos, já que possui um aroma forte e levemente doce. Os chineses adoram essa especiaria e, segundo a tradição, desperta o amor dos recém-casados.
Mostarda
Um dos condimentos mais antigos é encontrada em grão, pó ou pasta.
Canela
É vastamente usada em misturas como o curry, os garans indianos ou a mistura chinesa five spicy. Elis Cavalcante comenta que seu cheiro causa resultados surpreendentes: a dica são os chás da especiaria.
Gengibre
De sabor forte, adstringente e picante, realça doces, sobremesas, e inúmeros pratos orientais. Já foi, inclusive, utilizado no preparo de vinho, que tinha efeito de relaxamento dos músculos, úteros e intestinos.
Cravo
Na antiguidade, também era utilizado para fazer perfume devido ao seu aroma forte e adocicado. Deve ser usado com moderação e retirado da comida antes de serví-la. É ótimo para aromatizar carnes e doces.
Hortelã
Na Grécia antiga, sua bebida era considerada sagrada e oferecida à Afrodite, Deusa do amor. Shakespeare se referia a ela como "estimulante para cavalheiros de meia-idade".
Manjericão
Também conhecido como basilicão, nome de origem grega que significa "real", é considerado uma erva mágica pelos romanos. A colheita do produto seguia todo um ritual: a mão direita tinha que ser purificada com orvalho e a esquerda devia ser lavada em 3 fontes diferentes antes de tocar nas suas folhas.
Baunilha
Seu aroma e sabor são atraentes.
Cardamomo
Tempero originário da Índia, que pode ser encontrado em sementes ou em pó. Nos países árabes é colocado no café para enriquecer o sabor e estimular a benevolência entre os amigos; o uso do pó de suas sementes fervido em leite e mel é servido pelos indianos como remédio contra a impotência.
Ginseng
Nem todos os tipos de ginseng são afrodisíacos. O Panax ginseng, também chamado de "a erva da longevidade", tem fama de dar energia e vitalidade.
Caviar
Caviar vem da palavra persa, "Khav-yar" que significa bolo de força, porque se pensava que o caviar tinha poderes restauradores e o poder de dar uma vida longa. As ovas de diferentes espécies de esturjão são ricas em vitamina A, C, PP, B2, B6 e B12 e têm baixo teor de gordura e alto teor em minerais, incluindo zinco.
Chocolate
Rico em sabor e energia contém estimulante de alcalóide, teobromina e cafeína. Também é rico em fenoletilamina, um componente natural que tem efeitos semelhantes à anfetamina – estimulante que provoca bem-estar. Apesar de não estar provado que é um afrodisíaco, o fato de dar bem estar e subseqüente felicidade é um motor para uma boa noite romântica.
Nozes
Foram usadas pelos romanos em ritos de fertilidade. São ricos em ricos em vitaminas que participam da formação de hormônios.
Ostras e frutos do mar
São ricas em zinco e ferro. O ferro é conhecido pelo transporte de oxigênio pelo sangue e o zinco é um elemento essencial na estimulação do metabolismo. Apesar das ostras serem considerados afrodisíacos, acredita-se que todos os frutos do mar têm as mesmas propriedades, por possuírem sais minerais (ótimo para a regulação hormonal), além de serem leves. Romantismo com o estômago cheio não funciona bem.
Frutas frescas, principalmente as amarelas e cítricas
São ricas em vitamina C e têm efeito antioxidante: protegem o sêmen, restaurando a fertilidade.
Mel
Rico em vitamina C e minerais de pólen, estimula a produção de hormônios sexuais.
Tâmaras
os árabes consideram sua árvore sagrada e mágica, símbolo de fecundidade, fertilidade e vitória. Os egípcios a consomem antes da relação sexual.
FONTE: http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/materias_ver.php?idMateria=1115
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